O que a chegada da Alice significou na minha vida…

Declaração de amor da mamãe Daj.

12 de setembro de 2016     Diário de Mãe, Maternidade     nenhum comentário

Vez e outra eu me pego observando pequenos detalhes das meninas aqui em casa, e como são diferentes uma da outra. Hoje esse post é puro desabafo, senti vontade de guardar em texto o que estou sentindo e nenhum lugar é melhor do que o blog, que já tem tanto da minha vida pessoal chegando a ser o meu diário, rs.

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Quando descobri a segunda gravidez, meu primeiro sentimento foi de medo, “não quero”, não pode ser que isso tenha acontecido… coisa de quem até então não pensava em ter segundo filho. Minha maior preocupação era saber se eu seria capaz de amar esse bebê tanto quanto eu já amava a Alinne.

Só quem é mãe pela segunda vez ou mais deve entender o que eu digo, mas com o primeiro filho já nos sentimos tão cheias de amor, um amor que é capaz de qualquer coisa… daí quando tem um outro serzinho chegando bate aquele medinho de não saber dividir esse amor igualmente infinito por todos os filhos. Eu só tinha a plena certeza de uma coisa: jamais queria ter preferência por uma delas, queria amar igual, mas não sabia como seria.

Daí que depois de ouvir aquele coração acelerado pela primeira vez, como num passe de mágica, meu coração duplicou de tamanho. E desde que a Alice nasceu eu não senti em nenhum momento que “preferia” uma filha a outra. Eu sempre tive essa dúvida com relação as outras mães com mais de um filho, seria possível REALMENTE não amar mais a um do que o outro? E hoje na prática eu sei que isso não existe.

Hoje eu sei que pode haver sim, mais afinidade com um dos filhos. Um deles pode se identificar mais com o pai ou a mãe também, mas isso não significa que ame mais ou menos… é só questão de afinidade mesmo. Alinne por exemplo, é ULTRA apaixonada pelo pai, todo mundo percebe isso porque ela transpira amor pelo pai e isso não quer dizer que ela não me ame também sabe? Eles só se identificam mais um com o outro…

No início confesso que fiquei de ciuminho, afinal, minha primeira filha “preferia” o pai do que eu, rs… que besteira pensar assim! Com o tempo fui aprendendo que é apenas questão de afinidade. Torço para que no futuro, ela tenha no pai o seu melhor amigo ?

Nossa Alicinha é o oposto da irmã, ela é danadinha, valente, “gaiata” e cheia de personalidade. Agora que está começando a soltar as palavras já sai falando com todo mundo, distribuindo sorrisos… já diz o que quer e o que não quer.  Alinne, por sua vez, sempre foi mais tímida e só dava oi para quem ela já conhecia. Ir no colo? De jeito nenhum! rs…

Alinne me trouxe o mundo da maternidade, tudo era novo e desafiador. Eu fui uma mãe totalmente de primeira viagem, não tinha cuidado de nenhum bebê na vida antes dela (os bebês das amigas eu só pegava no colo um pouquinho e já devolvia, rs).

Alice chegou e eu não tinha mais medo de tudo como na primeira vez, ela me trouxe a coragem de enfrentar a amamentação (Alinne não mamou no peito, post aqui), me mostrou que mãe de verdade pode tudo e por todos os filhos. Meu colo é duplo, minha paciência é dupla – as vezes falha – mas o coração e o amor também são em dobro.

Cada uma do seu jeito, mas igualmente amadas.
As princesas da mamãe e do papai ❤️

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